Essas técnicas foram publicadas na revista Psychological Science in the Public Interest, após realização de estudos científicos
Estas cinco foram consideradas as mais eficientes:
1. Prática distribuída (alta utilidade)

Esta prática consiste em distribuir o estudo ao longo do tempo, separando em partes ao invés de concentrar a aprendizagem em um só bloco (véspera da prova).
De acordo com pesquisas, o tempo ideal de distribuição das sessões de estudo é de 10% a 20% do período que o conteúdo precisa ser lembrado. Por exemplo, se você quer lembrar algo por cinco anos, você deve espaçar seu aprendizado a cada seis meses. Se quer lembrar por uma semana, deve estudar uma vez por dia, que por sua vez ainda pode ser distribuída em uma hora de manhã, uma hora à tarde e outra hora à noite. Essa é a técnica conhecida como Pomodoro.
2. Teste prático (alta utilidade)

Uma das duas melhores maneiras de aprendizagem é realizar testes práticos sobre o que você está estudando. A pesquisa científica mostrou que realizar testes práticos tem o dobro de eficiência que as outras técnicas.
Para quem está estudando especificamente para concursos, a recomendação é fazer muitos exercícios de provas anteriores. Não apenas do cargo para o qual está estudando, mas para qualquer tipo de questão.
Existem sites específicos para isso, como o site Questões de Concursos.
3. Estudo intercalado (moderada utilidade)

A intercalação tem utilidade maior em aprendizados envolvendo movimentos físicos e tarefas cognitivas (como ciências exatas).
O principal benefício da intercalação é fazer com que a pessoa consiga manter-se mais tempo estudando, se tornando mais efetivo intercalar diferentes tipos de conteúdos do que estudar o mesmo tópico de uma só vez.
4. Auto-explicação (moderada utilidade)

Na prática, esta técnica trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo com suas próprias palavras para si mesmo. A auto-explicação mostrou-se ser uma técnica útil para aprendizagem de conteúdos mais abstratos.
O estudo mostrou que a técnica é mais efetiva se utilizada durante o aprendizado, e não após o estudo.
5. Interrogação elaborativa (moderada utilidade)

A técnica de interrogação elaborativa consiste em criar explicações que justifiquem por que determinados fatos apresentados no texto são verdadeiros.
O estudante deve concentrar-se em perguntas do tipo Por quê? em vez de O quê?.
Esse tipo de estudo requer um esforço maior do cérebro, pois concentra-se em compreender as causas de determinado fato, investigando suas origens.
Técnicas de estudo bastante populares no Brasil, como resumir, grifar, utilizar mnemônicos, visualizar imagens para apreensão de textos e reler conteúdos foram classificadas como as de utilidade mais baixa.
Fonte: Big Think





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